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sexta-feira, 24 de junho de 2016

PORQUE MUDAR?

Conta-se que um jovem, recém – casado, ficou curioso, ao perceber a forma com que sua esposa preparava peixe para fritar: cortava a cabeça e o rabo, até quase o meio do peixe. Indagou-lhe porquê e ela respondeu: 
– Mamãe sempre fez assim e eu aprendi com ela… naturalmente, deve ser a melhor maneira.

Num dia de Domingo, estando eles na casa da mãe dela, coincidiu de observar a sogra preparando peixes para fritar. Viu que ela não cortava tanto o peixe como a sua esposa, que dissera ter aprendido com ela e, imediatamente, questionou.
A sogra riu e lhe respondeu: 
- Meu filho, eu sempre cortava o peixe daquela maneira porque a minha frigideira era pequena… só isso!


Sempre é tempo e recomendável rever, atualizar os procedimentos, os métodos, os processos da sua empresa, será que a maneira que você executa algo é o melhor método? É a maneira mais eficaz, mais produtiva, mais rentável? Muitas vezes nas empresas as pessoas fazem suas atividades sem nem saber o porquê e para que, por isso sempre é tempo de lapidar o aprendizado e as orientações!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

FÁBULA: CAÇADORES DE FORTUNAS

 Tirei essa fábula do livro:  Trabalhe 4 horas por Semana, escrito por Timothy Ferris.
“Um homem de negócios americano passou umas férias numa pequena aldeia costeira mexicana por ordem do médico. Na primeira manhã de férias, foi ao cais para desanuviar a cabeça.
Um pequeno barco com apenas um pescador tinha encostado e dentro estavam vários atuns grandes. O americano elogiou o mexicano pela qualidade do peixe.
– Quanto tempo demorou a apanhá-los? – perguntou
– Pouco tempo – replicou o mexicano num inglês surpreendentemente correto.
– Porque não fica mais tempo no mar e apanha mais peixe? – perguntou o americano.
– Tenho o suficiente para sustentar a minha família e dar alguns aos amigos – explicou.
– Mas… o que faz o resto do tempo?
O mexicano ergueu os olhos e sorriu.
– Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com os meus filhos, faço uma sesta com a minha mulher, e vou à aldeia todas as noites, onde bebo vinho e toco viola com os amigos. Tenho uma vida cheia e ocupada, senhor.
O americano riu-se ergueu a cabeça.
– Caro senhor, tenho um MBA por Harvard e posso ajudá-lo. Devia passar mais tempo a pescar e, com os lucros, comprar um barco. Dentro de pouco tempo podia comprar vários, porque apanhava mais peixe. Podia, por fim, ter uma frota de barcos de pesca.
– E continuou: – Em vez de vender o que apanhasse a um intermediário, podia fazê-lo diretamente aos consumidores, abrindo por fim a sua própria fábrica de conservas.

Controlaria o produto, processamento e distribuição. Precisaria sair desta pequena aldeia, claro, e mudar-se para a Cidade do México, depois para Los Angeles e, por fim, para Nova York, onde podia dirigir a sua empresa em expansão com gestão adequada.
O pescador mexicano acrescentou:
– Mas, senhor, quanto tempo é que isso tudo levaria?
Ao que o americano replicou:
– Entre 15 a 20 anos. Máximo 25.
– Mas, e então depois, senhor?

O americano riu-se e acrescentou:
– Essa é a parte melhor. Quando chegasse a altura certa, anunciaria uma oferta pública inicial, venderia as ações da empresa ao público e ficaria rico. Faria milhões.
– Milhões, senhor? E depois?
– Então reformava-se e mudava-se para uma pequena aldeia piscatória, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os filhos, faria sestas com a sua mulher e iria até á aldeia á noite, onde poderia beber vinho e tocar viola com os seus amigos…”

Pense nisso.  Sucesso.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

FÁBULA: A FORMIGA E O GESTOR

Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao escritório e dava duro no trabalho. Era produtiva e feliz. Seu líder, o gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como sua supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostrados nas reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a ficar perdida no meio de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu então que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais triste.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: “há muita gente nesta empresa”.

Foi então que o Líder marimbondo decidiu demitir a formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

terça-feira, 21 de junho de 2016

FÁBULA: RATINHO E A RATOEIRA

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
– Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
– Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
– Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
– Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, anão ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
– O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa, abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que haviam pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

INTELIGÊNCIA E AGILIDADE EM SITUAÇÕES DIVERSAS

Esse é um grande exemplo em que inteligência e agilidade fazem diferença.

Uma velha senhora foi para um safári na África e levou com ela seu velho cão.
Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido.
Procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção com intenção de conseguir um bom almoço.
O cachorro velho pensa:
-Oh, oh! Estou mesmo enrascado! Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador.

Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto:
– Cara, este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí?
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque e se esgueira na direção das árvores.
-Caramba! Pensou o leopardo. Essa foi por pouco! O velho cão quase me pega!
Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum.
E assim foi rápido em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa:
-Aí tem coisa!
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo. O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: -‘Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que vai acontecer com aquele cachorro abusado!’
Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa:
-E agora, o que é que eu posso fazer?

Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas não o levariam longe…) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz:
-Cadê o macaco? Estou morrendo de fome!

Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e não chega nunca!

domingo, 19 de junho de 2016

QUEM VOCÊ É: OVOS, CENOURA OU CAFÉ?

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir, estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia. 

Seu pai com muita paciência levou-a até a cozinha, encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Quando as panelas começaram a ferver ele colocou em uma delas cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma outra tigela.
Retirou os ovos e os colocou em uma outra tigela e por último pegou o café com uma concha e o colocou em outra tigela.
Virando-se para ela, perguntou:
– Querida, o que você está vendo?
– Cenouras, ovos e café.

Ele trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso e sem nada entender perguntou humildemente:
– O que isto significa, pai?

E ele explicou:
– A cenoura, os ovos e o café, enfrentaram a mesma adversidade – a água fervendo mas cada um reagiu de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amoleceu e se tornar frágil.
– Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.
– O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ela havia mudado a água.

Ele perguntou:
– Qual deles é você? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?


sábado, 18 de junho de 2016

PARÁBOLA: O VELHO LENHADOR


Certa vez, um velho lenhador, conhecido por sempre vencer os torneios que participava, foi desafiado por um outro lenhador jovem e forte para uma disputa a competição chamou a atenção de todos os moradores da localidade.
Muitos acreditavam que finalmente o velho perderia a condição de campeão dos lenhadores, em função da grande vantagem física do jovem desafiante.
No dia marcado, os dois competidores começaram a disputa, na qual o jovem se entregou com grande energia e convicto de que seria o novo campeão. De tempos em tempos olhava para o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado. Pensou que o adversário estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor.
Ao final do prazo estipulado para a competição, foram medir a produtividade dos dois lenhadores e pasmem! O velho vencera novamente, por larga margem, aquele jovem e forte lenhador.
Intrigado, o moço questionou o velho:
– Não entendo, muitas das vezes quando eu olhei para o senhor, durante a competição, notei que estava sentando, descansando, e, no entanto, conseguiu cortar muito mais lenha do que eu, como pode!!
– Engano seu! Disse o velho. Quando você me via sentado, na verdade, eu estava amolando meu machado. E percebi que você usava muita força e obtinha pouco resultado.

Não adianta agir sem planejamento, produção é diferente de produtividade, nem sempre o maior esforço é o que gera mais resultados, é preciso afiar sempre o machado. Vale a pena ler essa parábola!

sexta-feira, 17 de junho de 2016

VENDEDORES DE SAPATOS NA ÍNDIA

Conta-se que, certa vez, uma empresa de calçados resolveu enviar dois de seus vendedores para a Índia no intuito de realizarem um levantamento sobre a possibilidade de expandirem seus negócios por aquelas paragens…


Lá chegando e após sondar o cenário local, um dos vendedores imediatamente enviou um e-mail para à empresa, dizendo:
– Senhores fornecedores, cancelem o envio de sapatos, pois aqui na Índia ninguém usa sapatos…!
O segundo vendedor, sem saber do teor da mensagem de seu colega, também enviou um e-mail informando a situação encontrada, dizendo:
– Senhores fornecedores, TRIPLIQUEM o envio de sapatos, pois aqui na Índia ninguém usa sapatos, AINDA…!
Você é daqueles que enxerga a oportunidade ou que só enxerga obstáculos?  Uma mesma situação pode ser vista de diferentes modos, tudo depende do ponto de vista. 

quinta-feira, 2 de junho de 2016

TRECHO FILME - PIRATAS DA INFORMÁTICA

Há quem duvidasse do uso do computador, há quem duvidasse de uma série de produtos e serviços que hoje a humanidade não fica sem, mas pra que isso acontecesse bastou que alguém acreditasse muito, persistisse mais ainda, alguém que não se deixasse abater no primeiro não, no primeiro obstáculo, ou que ficasse preso ao que o outros dizessem. 
Se você acredita no seu trabalho batalhe por ele, não espere as pessoas acreditarem, um dia inevitavelmente pra quem trabalha muito, se esforça, corre atrás, o dar certo é questão de tempo.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

A LIÇÃO DO JARDINEIRO

Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição em sua frente um lindo gramado e diversos jardineiros autônomos para fazer aparos nestes jardins.
 
Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana contratou um destes jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço, mesmo estando indignado com a pouca idade em questão.
 
Quando o garoto já havia terminado o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone da casa, e foi prontamente atendido.
 
Contudo, o executivo não pode deixar de ouvir a conversa. O garoto havia ligado para uma senhora e perguntava:
 
– A senhora está precisando de um jardineiro?
– Não. Eu já tenho um - respondeu.
– Mas além de aparar, eu também tiro o lixo.
– Isso o meu jardineiro também faz.
– Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço - disse ele.
– Mas o meu jardineiro também faz isso...
– Eu faço o atendimento o mais rápido possível.
– O meu jardineiro também me atende prontamente!
– O meu preço é um dos melhores.
– Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.
 
Desligando o telefone, o executivo disse a ele:

– Meu rapaz, você perdeu um cliente.
– Não - respondeu o garoto. – Eu sou o jardineiro dela. Estava apenas medindo o quanto ela estava satisfeita.

domingo, 29 de maio de 2016

TRECHO FILME - MEU MESTRE, MINHA VIDA

Um verdadeiro líder não é aquele que faz um extraordinário trabalho tendo os melhores recursos, as melhores condições, é aquele que faz do inacreditável algo possível, é aquele que enxerga capacidade nas pessoas, é aquele que sabe tirar o melhor delas, é aquele que motiva, que coloca pra cima, assim como o personagem de Morgan Freeman faz nesse filme.

A ARTE DE SE COMUNICAR

Uma sábia e conhecida história diz que, certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.

Exclamou o adivinho:
 
– Que desgraça, senhor!  Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
 
– Mas que insolente! Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui! - gritou o sultão enfurecido.
 
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem 100 açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
 
– Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
 
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso e ele mandou dar 100 moedas de ouro ao segundo adivinho. Quando este saía do palácio, um dos cortesões lhe disse admirado:
 
– Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com 100 açoites e a você com 100 moedas de ouro...

Respondeu o adivinho:

– Lembra-te, meu amigo, que tudo depende da maneira de dizer. Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Porém, a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.

sábado, 28 de maio de 2016

O EMPURRÃO

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho.

Seu coração acelerou com sentimentos conflitantes enquanto percebia a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Afinal, por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? - pensou ela.

O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente agora isto não funcionar?


Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: o empurrão.

A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.

Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!

sexta-feira, 27 de maio de 2016

O FALCÃO E O CÁLICE

Conta a lenda que certa manhã o guerreiro mongol Gengis Khan e sua corte saíram para caçar.
 
Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan carregava seu falcão favorito no braço, que era melhor e mais preciso que qualquer flecha, pois podia subir aos céus e ver tudo aquilo que o ser humano não conseguia enxergar.
 
Entretanto, apesar de todo o entusiasmo do grupo, não conseguiram encontrar nada.
 
Decepcionado, Gengis Khan voltou para seu acampamento. Mas, para não descarregar sua frustração em seus companheiros, separou-se da comitiva e resolveu caminhar sozinho.
 
Tinham permanecido na floresta mais tempo que o esperado e Gengis Khan estava cansado e com sede.
 
Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos. Não conseguia encontrar nada para beber até que, enfim, avistou um fio de água descendo de um rochedo à sua frente.
 
Na mesma hora, retirou o falcão do seu braço, pegou o pequeno cálice de prata que sempre carregava consigo, demorou um longo tempo para enchê-lo e, quando estava prestes a levá-lo aos lábios, o falcão levantou voo e arrancou o copo de suas mãos, atirando-o longe.
 
Gengis Khan ficou furioso, mas era seu animal favorito, talvez estivesse também com sede. Apanhou o cálice, limpou a poeira e tornou a enchê-lo. Após outro tanto de tempo, com a sede apertando cada vez mais e com o cálice já pela metade, o falcão de novo atacou-o, derramando o líquido.
 
Gengis Khan adorava seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em nenhuma circunstância, já que alguém podia estar assistindo à cena de longe e mais tarde contaria aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz de domar uma simples ave.
 
Desta vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo. Manteve um olho na fonte e outro no falcão. Assim que viu ter água suficiente e quando estava pronto para beber, o falcão de novo levantou voo e veio em sua direção. Gengis Khan, em um golpe certeiro, atravessou o seu peito do falcão, matando-o.
 
Retomou o trabalho de encher o cálice. Mas o fio de água havia secado.
 
Decidido a beber de qualquer maneira, subiu o rochedo em busca da fonte. Para sua surpresa, havia realmente uma poça de água e, no meio dela, morta, uma das serpentes mais venenosas da região.
 
Se tivesse bebido a água, já não estaria mais no mundo dos vivos.
 
Gengis Khan voltou ao acampamento com o falcão morto em seus braços.
 
Mandou fazer uma reprodução em ouro da ave e gravou em uma das asas: “Mesmo quando um amigo faz algo que você não gosta, ele continua sendo seu amigo”.
 
Na outra asa: “Qualquer ação motivada pela fúria é uma ação condenada ao fracasso”.
 
Nem sempre o que parece ser, realmente é.


Trazendo essa parábola para o mundo dos negócios, pense você quantas vezes um amigo, um funcionário, um colega de trabalho, um consultor te alerta que determinadas medidas te levarão ao fracasso, e você preocupado mais com o ego e com a reputação não os ouve? Escute-os, e ao invés de tomar uma atitude precipitada, aja com prudência e sabedoria.



quinta-feira, 26 de maio de 2016

O IDIOTA E AS ESMOLAS

Conta-se que, em uma cidade do interior, um grupo de pessoas se divertia com um idiota que vivia de pequenos biscates e esmolas.
 
Diariamente eles o chamavam ao bar onde se reuniam oferecendo-lhe a escolha entre duas moedas: uma grande, de 400 réis, e outra menor, de 2.000 réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
 
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. Ele respondeu:
 
– Eu sei. Não sou tão tolo assim. Ela vale quatro vezes menos. Mas, no dia que eu escolher a outra moeda, a brincadeira acaba e não mais ganharei minha moeda.


Muitas vezes precisamos parecer tolos pra fazer boas negociações, nos negócios o ego, o orgulho e a ganância precisam dar espaço para a inteligência, a perspicácia, e o controle emocional.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

OS TRÊS CONSELHOS

Um casal de jovens recém-casados era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior.
 
Certo dia, o marido fez a seguinte proposta à esposa:
 
– Querida, vou sair de casa, viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço-lhe uma coisa: que você me espere e, enquanto estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você.
 
Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda. O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito.
 
Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito. O pacto era o seguinte:
 
– Deixe-me trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensará de minhas obrigações. Eu não quero receber o meu salário. Peço-lhe que o coloque um uma poupança, até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair, o senhor me dará o dinheiro e eu seguirei o meu caminho.
 
Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou durante vinte anos, sem férias e sem descanso.
 
Depois de vinte anos, chegou ao patrão e lhe disse:
 
– Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.
 
O patrão então lhe respondeu:
 
– Sem dúvida, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo. Só que antes desejo fazer-lhe uma proposta. Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora, ou eu lhe concedo três conselhos e não lhe dou nenhum dinheiro, devendo você partir. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro. Vá para o seu quarto, pense e depois dê-me a resposta.
 
Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe:
 
– Quero os três conselhos.
 
O patrão novamente frisou:
 
– Se lhe der os conselhos, não lhe darei o dinheiro.
 
E o empregado respondeu:
 
– Quero os conselhos.
 
O patrão então lhe falou:
 
1. Nunca tome atalhos em sua vida. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar-lhe a própria vida.
 
2. Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pelo mal pode ser-lhe mortal.
 
3. Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você poderá se arrepender e será tarde demais.
 
Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:
 
– Aqui você tem três pães, dois para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa.
 
O homem, então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava.
 
Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou lhe perguntou:
 
– Para onde você vai?
 
Ele respondeu-lhe:
 
– Vou para um lugar muito distante que fica a mais de 20 dias de caminhada por esta estrada.
 
O andarilho disse-lhe então:
 
– Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é perfeito e você chegará em poucos dias.
 
O rapaz, contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho. Então, voltou e seguiu o caminho normal.
 
Dias depois, soube que o atalho levava a uma emboscada.
 
Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão à beira da estrada, onde pôde hospedar-se.
 
Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
 
De madrugada, acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de sobressalto e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou-se e dormiu.
 
Ao amanhecer, após tomar seu café, o dono da hospedagem perguntou-lhe se ele não havia ouvido um grito ao que ele disse que ouvira. O hospedeiro disse-lhe:

– E você não ficou curioso?

Ele lhe disse que não, no que o hospedeiro respondeu-lhe:
 
– Você é o primeiro hóspede a sair vivo daqui, pois meu filho tem crises de loucura. Grita durante a noite e quando o hospede sai, mata-o e enterra-o no quintal.
 
O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar em sua casa.
 
Depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele pôde ver que ela não estava só.
 
Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre as pernas, um homem a quem estava acariciando os cabelos.
 
Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e matá-los sem piedade.
 
Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho. Então, parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.
 
Ao amanhecer, já mais calmo, pensou consigo: "Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir-lhe que ele me aceite de volta. Mas antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre fui fiel a ela".
 
Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abriu a porta e o reconheceu, atirou-se ao seu pescoço, abraçando-o afetuosamente.
 
Ele tentou afastá-la, mas não conseguiu. Então, com lágrimas nos olhos, ele lhe disse:
 
– Eu fui fiel a você e você me traiu.
 
Ela, espantada, responde-lhe:
 
– Como? Eu nunca te trai! Esperei-te durante esses vinte anos!
 
Ele, então, perguntou-lhe:
 
– E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?
 
Ela lhe disse:
 
– Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com 20 anos de idade.
 
Então, o marido entrou, conheceu, abraçou seu filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomá-lo e comer juntos o último pão.

Após a oração de agradecimento, com lágrimas de emoção, ele partiu o pão e, ao abri-lo, encontrou todo o seu dinheiro, o pagamento por seus 20 anos de dedicação e trabalho.

VÍDEO MOTIVACIONAL MINDSHIFT

"Quando você pisa em seus medos e continua avançando, continuando, algo acontece para você"
Vídeo fantástico, assistam!!!

LIDERANÇA NA PRÁTICA

Você é do tipo que quando alguém na sua empresa erra é o primeiro a tripudiar? Como você age diante do imprevisto? Esse técnico passou pela mesma situação e olha como ele reagiu!
Quando há liderança de verdade uma situação que pode ser lamentável se transforma num grande espetáculo.




TRECHO DO FILME SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS

Quando alguém da sua equipe esquecer o seu potencial ou achar que não tem valor, faça como esse verdadeiro líder fez, inspire, e resgate o que há de melhor nas pessoas.