"Me escute: a dor é temporária, ela pode durar um minuto, uma hora, ou um dia, ou um ano, mas finalmente ela acabará e alguma outra coisa tomará o seu lugar"
Sem fronteiras, traduza aqui! Translate here!
quarta-feira, 22 de junho de 2016
terça-feira, 21 de junho de 2016
FÁBULA: RATINHO E A RATOEIRA
Um rato, olhando pelo buraco na parede,
vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida
que haveria ali.
Ao
descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo
a todos:
– Há uma ratoeira na casa, uma
ratoeira na casa!
A galinha disse:
– Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo
que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada,
não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
– Há uma ratoeira na casa, uma
ratoeira!
– Desculpe-me Sr. Rato, disse o
porco, mas não há nada que eu possa fazer, anão ser orar. Fique tranquilo que o
Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe
disse:
– O que? Uma ratoeira? Por acaso
estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa,
abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da
ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para
ver o que haviam pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira
tinha pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O
fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar
alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu
cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava,
os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou
o porco.
A mulher não melhorou e acabou
morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O
fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer
que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz
respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre
risco. O problema de um é problema de todos.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
A MÁQUINA DO TEMPO
"Nenhum de nós vai conseguir desfazer o que foi feito, infelizmente o erro faz parte de nossa natureza. Nós não somos perfeitos, são os erros que nos trazem algumas das mais importantes lições."
INTELIGÊNCIA E AGILIDADE EM SITUAÇÕES DIVERSAS
Esse é um grande exemplo em que inteligência e agilidade
fazem diferença.
Uma velha senhora foi para um safári na África e levou com ela
seu velho cão.
Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se
conta de que estava perdido.
Procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem
leopardo o viu e caminha em sua direção com intenção de conseguir um bom
almoço.
O cachorro velho pensa:
-Oh, oh! Estou mesmo enrascado! Olhou à volta e viu ossos
espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão
ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao
predador.
Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro
exclama bem alto:
– Cara, este leopardo estava delicioso! Será que há outros por
aí?
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror,
suspende seu ataque e se esgueira na direção das árvores.
-Caramba! Pensou o leopardo. Essa foi por pouco! O velho cão
quase me pega!
Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo
imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si,
informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum.
E assim foi rápido em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro
o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa:
-Aí tem coisa!
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e
faz um acordo com o leopardo. O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito
de bobo, e diz: -‘Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que vai
acontecer com aquele cachorro abusado!’
Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua
direção, com um macaco nas costas, e pensa:
-E agora, o que é que eu posso fazer?
Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas não o levariam
longe…) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, fazendo de
conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o
velho cão diz:
-Cadê o macaco? Estou morrendo de fome!
Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e não chega
nunca!
domingo, 19 de junho de 2016
QUEM VOCÊ É: OVOS, CENOURA OU CAFÉ?
Uma filha se queixou a seu pai
sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis
para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir, estava cansada
de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um
outro surgia.
Seu
pai com muita paciência levou-a até a cozinha, encheu três panelas com água e
colocou cada uma delas em fogo alto.
Quando
as panelas começaram a ferver ele colocou em uma delas cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma
palavra.
A
filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria
fazendo.
Cerca
de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma outra tigela.
Retirou
os ovos e os colocou em uma outra tigela e por
último pegou o café com uma concha e o colocou em outra tigela.
Virando-se
para ela, perguntou:
–
Querida, o que você está vendo?
– Cenouras, ovos e café.
Ele
trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Então, pediu-lhe que pegasse
um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a
casca verificou que o ovo endurecera com
a fervura.
Finalmente,
ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao
provar seu aroma delicioso e sem nada entender perguntou humildemente:
–
O que isto significa, pai?
E
ele explicou:
– A
cenoura, os ovos e o café, enfrentaram a mesma adversidade – a água
fervendo mas cada um reagiu de maneira diferente. A cenoura entrara forte,
firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela
amoleceu e se tornar frágil.
–
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas
depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou
mais rijo.
– O
pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água
fervente, ela havia mudado a água.
Ele
perguntou:
– Qual
deles é você? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é
uma cenoura, um ovo ou um pó de café?
sábado, 18 de junho de 2016
PARÁBOLA: O VELHO LENHADOR
Certa vez, um velho lenhador, conhecido por sempre
vencer os torneios que participava, foi desafiado por um outro lenhador jovem e
forte para uma disputa a competição chamou a atenção de todos os moradores da
localidade.
Muitos acreditavam
que finalmente o velho perderia a condição de campeão dos lenhadores, em função
da grande vantagem física do jovem desafiante.
No dia marcado, os
dois competidores começaram a disputa, na qual o jovem se entregou com grande
energia e convicto de que seria o novo campeão. De tempos em tempos olhava para
o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado. Pensou que o adversário
estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor.
Ao final do prazo
estipulado para a competição, foram medir a produtividade dos dois lenhadores e
pasmem! O velho vencera novamente, por larga margem, aquele jovem e forte
lenhador.
Intrigado, o moço
questionou o velho:
– Não entendo,
muitas das vezes quando eu olhei para o senhor, durante a competição, notei que
estava sentando, descansando, e, no entanto, conseguiu cortar muito mais lenha
do que eu, como pode!!
– Engano seu! Disse
o velho. Quando você me via sentado, na verdade, eu estava amolando meu
machado. E percebi que você usava muita força e obtinha pouco resultado.
Não adianta agir
sem planejamento, produção é diferente de produtividade, nem sempre o maior
esforço é o que gera mais resultados, é preciso afiar sempre o machado. Vale a
pena ler essa parábola!
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